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POLUIÇÃO ATMOSFÉRICA PROVOCOU SETE MILHÕES DE MORTES EM 2012

por Mäyjo, em 26.04.15

Poluição atmosférica provocou sete milhões de mortes em 2012

A poluição atmosférica provocou a morte de sete milhões de pessoas em 2012, sendo responsável por uma em cada oito mortes a nível mundial. Os dados são do mais recente relatório da Organização Mundial de Saúde (OMS), que indica que a poluição atmosférica se tornou no “maior risco ambiental mundial para saúde”.

As mortes estão relacionadas com a exposição prolongada ao ar poluído, sendo que 3,7 milhões foram provocadas por ar contaminado de espaços fechados e 4,3 milhões por ar de espaços ao ar livre.

Os dados apresentados no estudo revelam ainda uma maior ligação entre a poluição do ar e doenças cardiovasculares, acidentes vasculares cerebrais e o cancro. Adicionalmente o documento sublinha o papel de influência directa da poluição nas doenças respiratórias.

“Os riscos inerentes à poluição atmosférica são agora muito maiores do que anteriormente se pensava, em particular no que respeita às doenças cardiovasculares e aos acidentes vasculares cerebrais”, indica a directora do Departamento de Saúde Pública da OMS, Maria Neira. “Poucos riscos têm um impacto tão grande na saúde global de hoje em dia do que a poluição atmosférica. Estes dados indicam que é necessária uma acção mais concertada para despoluir o ar que todos respiramos”, sublinha.

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publicado às 17:09

LISBOA MELHOROU A QUALIDADE DO AR

por Mäyjo, em 26.04.15

lisboa_SAPO

A qualidade do ar na cidade de Lisboa tem melhorado, segundo dados  recolhidos entre 2008 e 2014 nas seis estações de monitorização da capital, sendo a zona da Avenida da Liberdade a apresentar piores resultados.

À margem de uma sessão sobre “Qualidade do Ar na Cidade de Lisboa”, organizada pela Lisboa E-Nova – Agência Municipal de Energia-Ambiente, que decorreu ontem no Centro de Informação Urbana de Lisboa, foi apresentada a evolução da qualidade do ar na cidade durante os últimos anos, bem como as diversas acções que têm sido levadas a cabo pelo município no sentido de minimizar as emissões poluentes.

Os dados apresentados pelo responsável do Departamento de Ambiente e Espaço Público (DAEP) da Câmara de Lisboa, João Pedro Santos, revelam “uma tendência clara de descida” dos valores de dióxido de azoto e das partículas em suspensão presentes no ar, ambos provenientes essencialmente do tráfego rodoviário.

A avaliação e a gestão da qualidade do ar ambiente em Lisboa são da competência da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional de Lisboa e Vale do Tejo (CCDR-LVT), que dispõe de seis estações fixas de monitorização: Avenida da Liberdade, Entrecampos, Santa Cruz de Benfica, Restelo, Olivais e Beato.

A estação de monitorização na Avenida da Liberdade é a que regista os dados mais negativos da cidade em termos de qualidade do ar, que apesar de uma melhoria gradual ao longo dos anos, apresenta ainda uma concentração média anual de dióxido de azoto que excede os limites estipulados pela União Europeia.

Segundo João Pedro Santos, a Câmara de Lisboa tem apostado, principalmente, em medidas de gestão e acalmia do tráfego rodoviário, através da definição e implementação de Zonas de Acesso Condicionado, Zonas 30 e Zonas de Emissões Reduzidas (ZER).

A assistir à secção, o vereador da Estrutura Verde e Energia, José Sá Fernandes, afirmou à agência Lusa que a qualidade do ar na cidade de Lisboa está “bastante melhor”, mas que o município vai “fazer mais”. “O grande problema é que isso não depende só de nós [Câmara de Lisboa], depende muito dos transportes públicos”, disse o vereador, justificando a luta do município contra a privatização dos transportes.

De acordo com o agregador O Meu Bem Estar, a Câmara de Lisboa pretende ter a gestão dos transportes públicos da cidade para poder implementar “uma serie de medidas, não só para a mobilidade, mas para tirar mais carros da rua e para oferecer melhor serviço às pessoas”, garante o vereador José Sá Fernandes.

Foto: Amina Tagemouati / Creative Commons

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publicado às 01:25

A ILHA DO ÍNDICO ONDE A CIVILIZAÇÃO NÃO É BEM-VINDA

por Mäyjo, em 26.04.15

A tribo mais isolada do mundo?

 

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publicado às 01:22

...

por Mäyjo, em 26.04.15

Donghai Bridge Wind Farm

Shanghai, China.jpg

Shanghai, China

30.770°N 121.994°E

 

Campos de turbulência formam-se atrás das turbinas da Ponte de Donghai Wind Farm, em Xangai, China.

Essas estrias ocorrem quando certas condições meteorológicas fazem com que as turbinas criem condensação (ou seja, nuvens) de ar muito húmido.

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publicado às 00:01


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